Progressive Web Apps: o que são e como eles podem te ajudar a vender mais

Compartilhar no facebook
Compartilhar no google
Compartilhar no twitter
Compartilhar no linkedin

Acessar um site como se fosse um aplicativo já é uma realidade e que está sendo muito bem recebida. Os Progressive Web Apps (PWA) oferecem essa capacidade e têm características que permitem garantir vantagens comerciais impressionantes.

Justamente por conta disso, selecionamos tudo o que você precisa saber sobre os PWAs. Neste post, veja como essa nova modalidade de aplicativos pode ser interessante para os seus projetos. Acompanhe!

O que é um Progressive Web App?

Basicamente, trata-se de sites que fazem com que o usuário se sinta em um aplicativo. Para tanto, podem ser acessados em diferentes navegadores. Inclusive, são encontrados em diversas plataformas. 

No entanto, diferente de um site convencional, um PWA oferece novos recursos que ampliam o engajamento. 

Como podemos definir um PWA?

Segundo o Google Developers, para que um site seja classificado nessa categoria, existem 10 critérios básicos. A seguir, veja quais são as características de um Progressive Web App:

  • Progressividade: a plataforma deve atender qualquer usuário — não importa o navegador ou sistema operacional utilizado;
  • Responsividade: o PWA deve se adequar a diferentes formatos de exibição, ou seja, desktop, tablet, mobile etc.;
  • Funcionalidade offline: manter-se funcional, mesmo operando em redes ociosas ou offline;
  • App-like: contar com um layout, recursos e navegação semelhantes aos aplicativos (arquitetura de shell de aplicativo);
  • Atualizações frequentes: deve manter-se atualizado, oferecendo atualizações contínuas, porém discretas aos usuários (service worker);
  • Segurança: o PWA deve ser disponibilizado via HTTPS, para evitar invasões e adulterações durante a troca de dados;
  • Encontrável: deve ser encontrado como um “aplicativo” em mecanismos de busca e locais em que, normalmente, encontramos apps nativos (como a tela inicial de um dispositivo);
  • Engajável: deve possibilitar o reengajamento do usuário por meio de mensagens, e-mails ou notificações push;
  • Instalável: deve disponibilizar a opção de instalar o aplicativo em suas telas iniciais, sem a necessidade de acessar uma loja de apps;
  • Linkável: não deve requerer instalação complexa e deve ser facilmente compartilhável por meio da URL.

Progressive Web Apps: no que se difere dos apps nativos e híbridos?

Para entender a fundo sobre os Progressive Web Apps, é importante saber diferenciar esse modelo dos apps nativos e híbridos:

  • aplicativos nativos são desenvolvidos exclusivamente para as plataformas onde serão executados. Isso significa que as linguagens e os parâmetros são previamente definidos;
  • já os aplicativos híbridos, adotam várias linguagens diferentes que englobam os dois formatos: metade web app e metade nativo;
  • quanto aos Progressive Web Apps, eles não dependem de um sistema operacional específico. Logo, podem ser executados a partir de qualquer navegador.

Por conta disso, os PWAs possibilitam uma integração mais eficiente com os desktops e sistemas operacionais mobile. Até porque, eles também permitem que os apps entreguem notificações e sejam acessados a partir da tela inicial dos dispositivos.

Esses novos recursos dos navegadores estão tornando os web apps em plataformas tão poderosas quanto os aplicativos híbridos e nativos. Não é à toa que as suas vantagens vão além da praticidade oferecida ao usuário.

Quais as principais vantagens dos Progressive Web Apps em relação aos apps tradicionais?

Simplicidade para ser utilizado

Não exige instalações complexas, atualizações ou longos termos de uso e concessões a centenas de permissões. Isso porque, somente com uma URL, é possível encontrar o serviço que procura.

Ágil na resposta e instalação

Por serem leves, os PWAs exigem uma baixa demanda de internet. Mas isso não significa que o carregamento de alguns recursos nunca requisitarão uma banda maior para funcionar. Todavia, é necessário viabilizar essa versatilidade e agilidade, sendo capaz de “tolerar” oscilações na rede (comuns em conexões mobile). 

Devido a isso, os PWAs são muito acessíveis e inclusivos para diferentes locais e usuários com bandas de internet distintas.

Facilita o engajamento

Essa modalidade de app permite o envio de notificações aos usuários. Portanto, viabiliza o impulsionamento do engajamento como um aplicativo nativo, o que incentiva o acesso do usuário à plataforma.

Tem uma excelente responsividade

Além de se ajustar a qualquer formato de tela, os PWAs também podem ser executados em diferentes navegadores e sistemas variados pela mesma URL.

Quais as principais referências desse modelo atualmente?

O Twitter é uma boa referência de Progressive Web App. A sua plataforma pode ser navegada instantaneamente, sem a exigência de baixar o aplicativo ou abrir o navegador. Logo, o seu funcionamento é como o de um app tradicional, mesmo sendo um site focado na experiência mobile.

O Pinterest também aprimorou a experiência do usuário nos navegadores e os seus resultados foram muito produtivos. Isso porque, com a implementação do modelo PWA a rede social relatou: 

  • aumento de 50% nos cliques em publicidade;  
  • 40% nos gastos dos usuários.

A Uber também otimizou os seus serviços com um PWA. Por sua vez, também imita as funcionalidades do aplicativo nativo e carrega em menos de 3 segundos. O que permite que seja utilizável até em redes 2G.

📖 Veja também: como construir estratégias com foco no cliente.

Tendo em vista todo o potencial dos Progressive Web Apps, considere-os nos seus desenvolvimentos. Até porque, como vimos, seja pela simplicidade, velocidade ou funcionalidade, esse modelo é muito superior aos outros tipos de apps. 

Esperamos ter lhe ajudado a conhecer mais sobre essa tendência de desenvolvimento. Até mais!

Artigos Relacionados